ENQUANTO A PREFEITURA DE ST SE ENROLA NAS TEIAS DE SUA BUROCRACIA, A POPULAÇÃO CONTINUA NA ESCURIDÃO POR FALTA DE LÂMPADAS PARA SEREM REPOSTAS NOS POSTES
É crescente o número de reclamações referente a escuridão nas ruas de Serra Talhada.
Mesmo tendo arrecadado mais de 5 milhões de reais entre janeiro do ano passado até agora em taxa de iluminação pública, a prefeitura de Serra Talhada não consegue fazer o mínimo que é a reposição de lâmpadas queimadas nos postes.
Na mais ultima reclamação, um morador do bairro Borborema apela para a prefeitura, através do órgão responsável, a Secretaria de Iluminação Pública para repor uma lâmpada queimada em um poste em sua rua.
O pedido, segundo o cidadão já está completando um mês, ele inclusive informou o número do ´protocolo dos seus pedidos. “Já foram mais de 20 ligações, e em todas apenas pedem para aguardar, e nada resolvem”, informou.
No Bairro Jardim das oliveiras a população se preparar para comemorar o aniversário de algumas lâmpadas queimadas que agora em junho completam um ano. “Não foi por falta de pedidos, de avisos, mas nunca atendem as solicitações, em uma das vezes a resposta que tivemos foi de que ‘não tem dinheiro para comprar lâmpada’”, disse um morador do bairro.
E aó reside mais um problema. Segundo o blog de Junior Campos, a esperança de ver as vias de Serra Talhada mais iluminadas deu lugar à frustração e à insegurança. O processo licitatório nº 035/2026, orçado em cerca de R$ 2 milhões, que deveria garantir a manutenção e a ampliação do sistema de iluminação pública no município, está paralisado em um emaranhado de disputas judiciais.
Enquanto o Poder Executivo não resolve o impasse, o reflexo é sentido diretamente pelo cidadão: ruas, praças e equipamentos públicos vitais da cidade enfrentam problemas constantes de escuridão. O cenário tem gerado um aumento perceptível na sensação de insegurança entre os moradores, que relatam dificuldades em circular à noite em diversos pontos da cidade.
O certame, que deveria ter sido concluído em abril de 2026, tornou-se palco de uma “guerra de liminares”. Empresas participantes contestam o processo, alegando irregularidades e falta de competitividade. Além disso, o que deveria ser um processo técnico foi maculado por falhas operacionais grosseiras, descritas como erros de “copia e cola” na elaboração do sistema pela prefeitura, o que fragilizou a segurança jurídica do certame.
Só que, enquanto a gestão se enrola cada vez mais nas suas próprias teias, a população padece, e, é preciso lembrar que o problema já aflige a população há bastante tempo, e somente agora, em abril deste ano é que a prefeitura providenciou uma licitação, e mesmo assim chia de entraves que não consegue sair do lugar.

